Vivo uma vida emprestada
Quantos não sentem assim?
Andar pela rua errada,
Estar em um labirinto sem fim...
Gaiola dourada
Nó na garganta
Asas cortadas
Fio de esperança
Ficar quieta, no escuro
Esperança de raiar
É assim que a vida muda
Sem preparos de avisar
Esse empréstimo sem cobrança,
Por parte do verdadeiro dono,
Faz esticar o uso
Traz depressão e muito sono
Dormindo, sonho acordada
Alma navega lugares distantes
Essa é a vida que eu quero
E que suma a de antes!
Valéria 09/09/2012
Com colaboração de Angela Gauk

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